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[Papo Apenã #15] Resiliência Em Tempos De Pandemia – Aristóteles (Medicina em Debate) #OPodcastÉDelas

Um episódio urgente, com o Aristóteles, do Medicina em Debate.
Corona vírus, sistema de saúde, política e resiliência!


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[Papo Apenã #14] Resistência Camponesa no Cariri Cearense – Liro (Domingos Sávio)

Nesse episódio, Domingos Sávio (@dsaviorasta) foi até o distrito de Baixio das Palmeiras no município de Crato, que fica numa região riquíssima natural e culturalmente do estado Ceará. Ele bateu um papo com o professor Francisco Wlirian Nobre, mais conhecido como Liro, ele é formado em Geografia pela Universidade Regional do Cariri com mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável pela Universidade Federal do Cariri e atualmente está fazendo doutorado em Geografia na Universidade Federal da Paraíba. Além de todas essas formações ele é agricultor familiar agroecológico ativo na resistência camponesa.

No bate papo Liro falou sobre a comunidade, sua riquíssima história e sobretudo dos impactos que o Cinturão das Águas do Ceará, obra que complementa a transposição do Rio São Francisco no estado do Ceará, causou na comunidade.


A conversa se deu nos fundos da Casa de Quitéria, espaço de cultura e memória, onde fica a sua residência que é cercada por uma natureza que encanta e será ouvida durante todo o bate papo.
Claramente também será ouvido crianças brincando livremente, como é o comum dos sítios do interior cearense.

Que possamos ouvir a mensagem que o Liro declama. Mensagem de um camponês que com todo seu “estudo” não desiste de ver e fazer no campo a beleza do Amanhã que precisamos.

A mensagem de uma comunidade que enfrentou, resistiu e continua lutando contra um projeto desenvolvimentista que, assim como tantos outros pelo Brasil afora e adentro, tenta suplantar e atropelar outros modos de ser e viver, sobretudo para atender aos interesses do capital usando do discurso difuso e mentiroso de levar o progresso.

PROGRESSO PRA QUEM?
ÁGUA PRA QUEM?
DESENVOLVIMENTO PRA QUEM?
SOMOS TODOS BAIXIO DAS PALMEIRAS.

__

Links relacionados:
Trabalhos científicos sobre o Cinturão das Águas do Ceará e seus impactos no Baixio das Palmeiras: onedrive.live.com/?cid=1ff6621bb03…!AKuReikFp9lyMIE
Curtametragem O Baixio Preocupado: www.youtube.com/watch?v=48lds9eJx…&feature=youtu.be


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[Papo Apenã #13] Meio Ambiente e Comunicação – Beatriz Diniz

Conversa com Beatriz Diniz (ou Ambientalista Pervertida, @BeatrizDiniz, no Twitter), jornalista com especialização em gestão ambiental. Marketêra de conteúdo relevante e atuo com social media marketing pra meio ambiente e sustentabilidade desde 2009. Empreendendo a eiiamoreco, uma fomentoria de comunicação de propósito.

  • O que te inspirou a se aproximar com o meio ambiente?

Eu morei em Mato Grosso do Sul 14 anos, foi onde tive a oportunidade de construir minha carreira atendendo a políticas públicas socioambientais com assessoria de imprensa e publicidade. Minha inspiração na área ambiental é o Eduardo Romero, na época um jovem ambientalista que mobilizou a vizinhança pra cuidar e defender o córrego bálsamo, em Campo Grande, com quem comecei a produzir comunicação pra meio ambiente. Voltei pro Rio em 2006, 3 anos depois senti que precisava de uma chacoalhada em função da idade e do mercado, e escolhi a área de sustentabilidade pela expertise em políticas públicas socioambientais. Fiz uma extensão na FGV On line, em Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social Corporativa, e como meus comentários faziam sucesso na turma, comecei a produzir conteúdo e distribuir por e-mail e nos meus perfis no facebook e no twitter. São 11 anos produzindo conteúdo sobre meio ambiente e sustentabilidade.

  • Algumas experiências de destaque

Um trampo que amo muito ter feito foi de Consultora de Sustentabilidade pro conteúdo do canal de comunicação digital da iniciativa Agenda 21 Comperj, de 2012 a 2013, na Avantare, agência de inteligência e marketing digital. Foi a época em que o marketing de conteúdo chegou no Brasil ainda como tendência. E eu, sortuda, tava lá pra aprender e maquinar como aplicar o marketing de redes sociais à produção de conteúdos relevantes, não comerciais.

Produzindo conteúdo sobre meio ambiente e sustentabilidade, fui praticando técnicas de marketing de redes sociais e de conteúdo. E fui, claro, estudar mais, fiz um curso da Agência Tudo Nosso, referência de marketing digital pra pequenos empreendedores, parceiraça do facebook, fiz oficina de marketing digital com a Liliana Ferrari, especialista em Pinterest, treinamento do Google.

Publiquei artigos na Revista EcoLÓGICA, no Portal EcoDebate, no IHU, na Envolverde, no Global Garbage. Escrevo pro Ecodebate até hoje, um parceirão que sempre publica meus artigos, aliás, respeito muito o trabalho do henrique cortez e da regina lima.

Em março de 2019, eu fiz a cobertura pra O Eco da primeira greve global de crianças e jovens pelo clima no Rio. Foi uma experiência sensacional, eu passei a grevar toda sexta, virei a adulta de estimação desse grupo inicial, com a Nayara Almeida, a Milena Batista. A Nayara, do Engajamundo, hoje taí firme, forte e plena atuando nesse movimento lindo que revigora as forças de adultos mundo afora, inclusive eu. 

E eu atendo solidariamente quem precisa de uma força em Comunicação e Sustentabilidade.

  • Qual a importância de uma consciência ambiental?

No país mega biodiverso acho que devia ser quase que natural ter consciência ambiental, seria o lógico, né? 

  • Como nos aproximar do “meio ambiente” e construir uma consciência ambiental?

Educação ambiental. Mas, eu moro numa cidade, por exemplo, em que crianças são mortas indo pra escola, na escola, voltando da escola. No Brasil ainda tem político eleito roubando merenda escolar. Então, esperar que a escola pública ofereça educação ambiental é quase um sonho distante. Mas, em termos de comunicação, precisaria de uma mudança no jornalismo e na publicidade. Empresas de jornalismo passarem a pautar meio ambiente e sustentabilidade todo dia e planejarem comercialmente mesmo a pauta, como é feito com futebol e entretenimento. E empresas socioambientalmente responsáveis tanto ajustarem comunicação e marketing aos seus sistemas de gestão ambiental e políticas de responsabilidade corporativa quanto investirem no jornalismo ambiental e no jornalismo convencional. Se a gente não vê todo dia, várias vezes ao dia, informações, inspirações e engajamentos em relação ao meio ambiente e à sustentabilidade fica difícil fazer o download da consciência ambiental. Por que a gente fala de futebol no buteco, no almoço de domingo com a família, no churras, na festa de casamento? Por milagre, não vai rolar. E especialmente quem lucra com sustentabilidade precisa investir nessa comunicação de propósito. Esse, aliás, é o tema do meu trabalho de conclusão da especialização em gestão ambiental, que eu concluí em 2014: COMUNICAÇÃO DE VALOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, especificamente a Comunicação Empresarial e a incorporação da Gestão Socioambiental para mudar suas influências sobre a sociedade no sentido da Sustentabilidade. Quero publicar ainda nesse primeiro semestre porque tá bem atual.

  • A importância das redes sociais em tempos de “pistolagem”

As narrativas de odiadores e negacionistas tão espalhadas pelas redes sociais, com robôs, ciborgues, milícias digitais. Então, ambientalistas e produtores de conteúdo especializado precisam usar melhor as redes sociais pra potencializar as narrativas socioambientais

  • Marketing e sustentabilidade

Marketing e sustentabilidade em tempos de internet e redes sociais eu resumo em repetição e relevância. O que é relevante comercialmente é repetido nas redes sociais à exaustão, seja jornalismo, publicidade ou o misto dos dois, o que não significa que seja relevante, quer dizer apenas que se quer vender a ideia e os produtos e serviços associados. E conteúdo relevante, como o produzido pelo jornalismo especializado, precisa ser repetido várias vezes ao dia, todo dias, por semanas, todo mês, trimestralmente. Não basta produzir, não adianta copiar e colar título, tem que repetir pra afirmar a relevância do conteúdo e pra alcançar mais pessoas, nem toda a sua audiência tá on line quando você solta nas redes. Cada rede tem seu jeito, então, não basta os repliques automáticos de uma pra outra, precisa ajustar a linguagem pra cada uma, estruturar o texto. O Twitter, por exemplo, tem um sininho ali no perfil que é pra gente clicar e ativar as notificações, então, quem produz conteúdo tem que programar chamadas pra essa ação de clicar no sininho pra sua audiência não perder publicação. Quer que a sua audiência clique no link? Tem que escrever clica pra saber mais, vem ler no site. São técnicas de  marketing de conteúdo, são usadas pra vender produtos e serviços, que podem ser aplicadas à produção e distribuição de conteúdo relevante, desde saber o que se quer com uma publicação [informar, engajar, inspirar], estruturar o texto que vai dar esse comando pra audiência a planejar o que pode ser programado, agendado, como informações institucionais, chamadas pra ação [seguir nas outras redes, ir no site, pesquisar temas] e conteúdos já publicados [repetição] e reformatar conteúdos.

  • Fake news e discurso de ódio

Informação falsa e discurso de ódio não se combate nem com mais informação falsa nem com mais discurso de ódio. Tem tecnologia pra responder de imediato, pra avisar ó isso é falso, aqui o fato, a fonte, tipo um robô pra desmentir negacionista. O ITS tá com inscrição aberta pro curso on line sobre as tendências pra 2020 e uma das disciplinas é Fake News e automação nas eleições. Depois que eu fiz o workshop da Redes Cordiais, que dissemina entre influenciadores digitais conhecimentos sobre comunicação não-violenta, combate às notícias falsas e educação digital para as redes sociais, eu sugeri fazer um específico pra ambientalistas, porque a gente tá sofrendo com essa “nova era” de desinformação e negacionismo da ciência, de dados, de desqualificação da atuação técnica profissional, de desmonte da política ambiental e do sistema ambiental, e de inversão da realidade, como fiscalização é fora da lei. O fiscal do Ibama que tá lá no interior do Pará interditando um posto de gasolina irregular que abastece tratores e caminhões a serviço do desmatamento ilegal, ele tá protegendo os moradores de uma explosão pelo manejo indevido de combustível, mas é tratado como um criminoso, isso é uma inversão violenta, física, da realidade. A gente que não tá na linha de frente precisa se preparar mais e melhor não pra disputar narrativa com odiadores, negacionistas, validadores de criminosos e criminosos e sim pra potencializar as narrativas com informação verdadeira, apurada, credibilizada, e com conteúdos de engajamento e de inspiração.

  • Chaves para manter o diálogo com civilidade

A principal chave pra manter o diálogo nas redes com civilidade é treinamento. Conhecer recursos e regras das redes, usar os recursos como ocultar comentário que desmente a notícia apurada sem fatos ou dados ou sem fonte, bloquear odiadores pra evitar que atraiam outros pra sua publicação, pro seu tuíte, pra sua informação credibilizada, e denunciar comentário que 

expõe terceiros ou que tem informações falsas, discurso de ódio, como racismo contra indígenas. E não, isso não é censura, as redes fornecem os recursos pra gente usar, se proteger e proteger também a nossa audiência: o que é importante pra ambientalistas influenciadores e meios especializados é definir a política de relacionamento e dar transparência a ela nas redes, ou seja, explicar o que é aceitável, o que não é aceitável e o que a moderação de comentário faz quando os limites de convivência são ultrapassados em uma publicação. A política de relacionamento é importante também porque manter comentários com exposição de terceiros e discurso de ódio, como desejo de morte, tem implicações jurídicas, é conivência. 

  • Considerações finais

Eu gosto de terminar as nossas conversas no Apenã pedindo uma frase ou pensamento que você queira deixar para os nossos ouvintes.

A frase que eu quero deixar é a grande sacada do pessoal do observatório do clima pra explicar que viver ou estar na amazônia não é martírio, é privilégio, e que de certa forma resume um pouco da nossa conversa, pela assertividade, pela abordagem e concisão que pega nas redes sociais: hashtag confina eu

Links relacionados:
twitter.com/beatrizdiniz/status…1187091017952124929
twitter.com/beatrizdiniz/status…1188108153029828608

Meli Rede de Abelhas da Amazônia:
www.youtube.com/watch?v=LNsAoPI7K…&feature=youtu.be


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[Apenã 41] Leia Mulheres Marabá – Aline, Cynthia e Fidelainy

Leia mulheres Marabá!
O movimento de grupos de leitura com foco em autoras mulheres já acontece no mundo todo e nesse episódio vamos ouvir mulheres amazônidas vão nos contar mais sobre ele. Lembrando, claro, sobre a produção cultural local e toda sua riqueza.

Outros links:
https://leiamulheres.com.br/


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[Apenã #040] O Futuro Da Internet – André Staltz

Você já pensou nos perigos do atual modelo de internet?
Pois vem pensar também nas soluções para o futuro da internet!!
Um papo com André Staltz, o criador do Manyverse, um aplicativo do Scuttlebutt, uma rede social descentralizada e fora da rede!

Cuidar da saúde da internet é cuidar da nossa sociedade!

Links relacionados:
ssb.nz
manyver.se
dat.foundation/
beakerbrowser.com/


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Grupos de Episódios Podcast Apenã

Produção Cultural

Sempre procuramos formas de embelezar a vida – nessa lista de episódios trouxemos várias produções culturais para o debate – literatura, cinema, música, teatro, podcast e até mesmo realidade aumentada.

[Apenã #013] O primeiro convidado dessa lista é o Ícaro Uther, o escritor piauiense conta sobre seu contato com a literatura desde o blog no tempo da escola em Parnaíba até os dias atuais na cena cultural teresinense.

[Apenã #016] Em seguida o premiado escritor e poeta marabaense, Airton Souza, trouxe sua vivência, banhada belo rio Tocantins e pela literatura.

[Apenã #017] O professor Roderic Szasz, direto da capital cearense nos falou sobre seu intenso contato com a literatura – e sobre seu livro de máximas.

[Apenã Especial] Em um episódio especial, reunimos vários podcasters para a conversa – Aline Hack, Karin Voll, Domenica Mendes e Marcos Ramon.

[Apenã #018] Lucas Rizzotto é um pioneiro desenvolvedor de realidade aumentada, ele mostrou nessa conversa um pouco dos desafios e maravilhas desse novo meio de produção artística.

[Apenã #019] A Priscila Duque trouxe a batida do Curimbó pra esse podcast! Uma perspectiva feminista sobre uma tradicional forma da expressão cultural Amazônica.

[Papo Apenã #001] Sonja Paulus é a nossa entrevistada do primeiro “Papo Apenã”, tendo vivência entre América Latina e Europa, ela fala da sua experiência como jovem escritora.

[Papo Apenã #008]O Edgar Kanayko, mestre, indígena do povo Xakriabá e trabalha com o audiovisual e com a etnofotografia. Muito presente no movimento indígena, foi um grande prazer conversar com ele e ouvir um pouco sobre a importância de mantermos um pé na Aldeia e outro no Mundo!

[Apenã #035] Simone e Bepunu Kayapó fazem parte do coletivo Beture de cineastas indígenas e nos falaram um pouco sobre o trabalho que eles desenvolvem e sobre a atual situação do povo Kayapó.

[Apenã #036] Conversei com Miriam Kohn, Olivier Baumann e Christopher Kriese em um Laboratório de Utopias, no meio da Alemanha. Foi conversado sobre Teatro, Teatro do Oprimido, Jornalismo, etc.

[Apenã 39] especialmente feito para os apoiadores do projeto Mejkangati, contou com cineastas indígenas de várias partes do país. Um episídio com fala do indigenista Carlos Travassos (mensagem urgente sobre os Guardiões da Floresta da terra indígena Araribóia), e dos cineastas indígenas: Kokoyamaratxi Renan Suyá, Arai Guarani, Olinda Yawar, Edgar Kanaykõ, Kujasage Kaiabi e Bepunu Kayapó.


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Apoie! Podcast Apenã

Apoie o Apenã!

Por trás desse podcast existe bastante trabalho: desenvolver os episódios, montar as pautas, realizas as entrevistas, editar, etc.
Além do podcast, o Apenã é comprometidos com o desenvolvimento de projetos socioambientais (como o Mejkangati), diálogos com comunidades e divulgação de conversas sobre o Amanhã para diversos públicos — é bastante coisa!

Você gostaria de ajudar a dar continuidade e melhorar ainda mais esse trabalho? Então colabore conosco!

Você pode nos apoiar via PadrimPatreon ou Picpay.

Como doar?

  • Caso você queira doar via Padrim, basta fazer a sua conta e ao entrar nesse link, é só clicar em “APADRINHAR” e doar via boleto ou cartão.
  • Via Patreon, você poderá doar com um cartão internacional ou via PayPal.
  • Já o Picpay, basta você ter o aplicativo e nos encontrar como ApenanPod.
  • E agora também por Catarse – após a boa experiência com o site no projeto Mejkangati.


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Grupos de Episódios Podcast Apenã

Questões indígenas no podcast Apenã

O podcast Apenã nasceu inspirado na palavra “Apê Nãm”, que significa “Amanhã” no idioma Je. E assim começou nossa trilha para pensarmos no Amanhã Diverso, Socialmente Justo e Ambientalmente Regenerativo que precisamos, urgentemente, construir.

E para construirmos esse Amanhã, temos que trazer para a conversa pontos de vistas diferentes, que vêem de perto as urgências de uma região específica. Mas os indígenas são um grupo diverso, que na verdade tem diferentes realidades, em diferentes locais. Eles tem, no entanto, se conectado cada vez mais, trazendo uma importante lição: festejar a cultura individual de cada povo, que vai se entrelaçando e se fortalecendo cada vez mais!

Os episódios:

Fica a lista:


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Mejkangati Podcast Apenã

[Apenã #039] Cineastas Indígenas

Um episódio especialmente desenvolvido para os colaboradores do projeto Mejkangati.

Não poderíamos ficar calados em frente ao assassinato do Paulo Paulino Guajajara, um Guardião da Floresta. Por isso trouxemos o Carlos Travassos, que deixou uma mensagem sobre o grupo de Guardiões da Floresta da terra indígena Araribóia, formado por indígenas Teneterarra Guajajara.

Contamos com as falas dos Cineastas Indígenas:

– Kokoyamaratxi Renan Suyá
– Arai Guarani
– Olinda Yawar
– Edgar Kanaykõ
– Kujasage Kaiabi
– Bepunu Kayapó

De diversas partes do Brasil, com diferentes vivências, indígenas tem usado o audiovisual — vem conhecer mais sobre!!


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Mejkangati Podcast Apenã

[Apenã Especial] Mejkangati — Mel Indígena

Um episódio com falas:
– Bepunu Kayapó (Associação Floresta Protegida)
– Sávio (especialista em meliponicultura do IFPA Campus Rural de Marabá)
– Gabriel Costa (biólogo, mestrando do museu Emílio Goeldi)
– Daniel José Assis Rego (naturólogo e meliponicultor)
– Nathália Urban (jornalista)
– Trecho do podcast Copiô, Parente

Nós temos visto grandes impactos atingindo nossas florestas e as comunidades tradicionais intimamente ligadas a ela. Mas esses impactos não se limitam geograficamente, mas atingem toda comunidade global, sendo assim uma preocupação de todos que se importam em manter um ambiente de vida saudável no planeta. Por isso muita gente tem se questionado:

Como podemos contribuir com a amazônia e apoiar as suas comunidades tradicionais?
Vamos apoiar projetos desenvolvidos na região, fortalecer a comunidade local, para que ela possa continuar a proteger a floresta!!

A comunidade Kayapó, ou Mẽbêngôkre, como eles mesmos se chamam, é um povo guerreiro e que luta ativamente pela garantia de seus direitos e territórios tradicionais. Hoje eles tem a sua Terra e são responsáveis pela conservação de uma grande área de florestas e cerrados, que contribuem diretamente para a conservação da biodiversidade, assim como para a manutenção do regime de chuvas e do clima em todo o planeta.

Nessa luta pela proteção da biodiversidade e diminuição dos impactos do aquecimento global, as abelhas, nossas queridas polinizadoras, são nossas parceiras e fazem um papel fundamental no manejo de nossas florestas. Elas são indispensáveis na polinização de plantas frutíferas muito importantes na alimentação diária do povo Mẽbêngôkre.

Os Mẽbêngôkre querem por isso desenvolver projetos relacionados com a criação de abelhas em sua região. Na Amazônia encontramos as abelhas sem ferrão, Mejkangati para os Mẽbêngôkre, nativas do nosso país e que produzem um valioso mel de altíssima qualidade, mas infelizmente vem sofrendo com a perda de seu habitat e com o grande uso de agrotóxicos na região. Precisamos mudar isso e assegurar um desenvolvimento econômico que aconteça intimamente ligado com a sustentabilidade ambiental e a responsabilidade social.

Assim, os Mẽbêngôkre, guardiões da floresta, vão produzir mais um impacto positivo a nível ambiental e também social, na sua comunidade. Em parceria também com o Instituto Federal do Pará (IFPA) de Marabá, que conta com especialistas em meliponicultura com vasta experiência de trabalho com comunidades rurais da região. O instituto irá oferecer o apoio necessário para que os Mẽbêngôkre criem as Mejkangati com as melhores condições possíveis, de forma integrada à floresta; e sendo também benéfico para a aldeia como um todo, fazendo com que essa experiência seja um exemplo para parentes do Brasil inteiro.

Foto: Ass. Floresta Protegida

Para conseguirmos realizar esse projeto, precisamos financiar uma oficina sobre Criação de Abelhas sem Ferrão no IFPA de Marabá e a viagem/estadia dos indígenas para participarem dela, bem como idas dos especialistas até a aldeia e a aquisição de materiais para a criação das abelhas (como as caixas necessárias, roupas adequadas para o trabalho com as abelhas, etc.). Por isso pedimos sua colaboração nessa campanha de financiamento coletivo.

Mais info no site: www.catarse.me/melindigena


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