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[Apenã #019] Carimbó Feminista – Priscila Duque

Nessa entrevista conhecemos um pouco mais da cultura popular paraense com a Jornalista Multimídia e Popular, Priscila Duque. Ela milita nos Movimentos Sociais desde 2006, tendo passagem pelo Movimento Estudantil e atuando principalmente no Movimento de Mulheres. Moradora da periferia de Belém, já militou nas rádios comunitárias Resistência FM e Aqualtune FM. É Mestre em Sociologia, com estudos nas áreas de Sociologia do Trabalho, Comunicação e Análise do Discurso, Comunicação e Cultura Popular, Democratização da Comunicação, Fotografia e Direitos das Mulheres.
É co-fundadora da SubVersiva Produção Cultural Independente, além de ser compositora, performance e tocar maracas no grupo Cobra Venenosa Carimbó & Poesia, de Icoaraci (Belém-PA).

Mais sobre o trabalho da Priscila Duque:
Subversiva Produção Cultural, YouTube
Subversiva Produção Cultural, Facebook
Festival Mana
Reportagem sobre o Festival Mana


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[Apenã #018] Realidade Aumentada — Lucas Rizzotto

Nessa entrevista o Lucas Rizzotto deu uma aula sobre novas tecnologias de realidade aumentada. “Born in Brazil, raised in the internet,” Lucas é um Designer premiado de Realidade Virtual e Aumentada, Artista, Escritor e Futurista. Ele desenvolve aplicativos e experiências imersivas para VR e computadores holográficos, colaborando com várias empresas na criação do software do futuro e inclusive já lançou vários aplicativos de tecnologia imersiva.
No momento ele também está produzindo um projeto de arte em realidade virtual para festivais de cinema nos Estados Unidos.

Links relacionados:
Site Pessoal
Alguns “Side Projects”:
MyLab
CyberSnake
Trailer do novo projeto
Entrevista para Microsoft


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[Apenã #017] Máximas Roderiquianas – Roderic Szasz #LeiaNovosBR

Essa entrevista me foi bem especial, pois foi com alguém que admiro muitíssimo há bastante tempo. Roderic Szasz se destacou desde muito cedo por sua inteligência e tem uma relação intensa com a literatura, conversar com ele é aprender a cada instante. Professor desde os 18 anos, ele fala como se encontrou nessa profissão.

O escritor conta aqui sobre suas experiências desde infância, influências literárias, interessantíssima história familiar, movimentos que nasceram na Universidade Federal do Ceará, contato com outros idiomas, contato com a música, inclusive com a banda Biquini Cavadão e o cantor Bruno Gouvêia, o prefaciador do seu livro, Máximas Roderiquianas, sobre o qual, claro, também conversamos.

Eu prefiro deixar o Roderic falar, por meio da apresentação do seu livro Máximas Roderiquianas:

APRESENTAÇÃO

Por volta de 1983, aos 13 anos, tive em minhas mãos pela primeira de muitas vezes Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. À época, claro, apesar de já ser um leitor ávido, eu não consegui alcançar, em sua totalidade, a genialidade do Bruxo do Cosme Velho no livro. O que mais havia chamado minha atenção era o título, que remetia à estranha possibilidade de um cadáver ou espírito escrever suas memórias.

Apesar de minha incompleta compreensão da obra, eu me recordo que as máximas, inseridas no capítulo CXIX (Parêntesis), despertaram meu interesse. Fiquei impressionado com o poder de síntese (ainda que não soubesse exatamente o que significasse isso, eu só o sentia) e com o poder de estabelecimento de uma “verdade definitiva”. Não eram uma simples ideia, mas uma afirmação categórica, ou como diria o próprio Brás: uma “epígrafe a discursos sem assunto”. Que fantástico tudo aquilo me pareceu!

Duas em especial me encantaram, talvez por serem aquelas que mais facilmente a idade me permitia assimilar por completo: “Matamos o tempo; o tempo nos enterra” e “Não te irrites se te pagarem mal um benefício: antes cair das nuvens que do terceiro andar”. Eu me deliciava com a ironia, com a fatalidade do fim das esperanças, com a crueza da realidade ali expostas.

Quando comecei a escrever meus primeiros poemas, em 1985, o espírito das frases machadianas em mim ficou: meus poemas, contos, até mesmo um romance (tudo inédito, ainda à espera do tempo certo para publicação) foram sempre marcados pela tentativa de ser conciso, muito mais do que quando falo sobre assuntos não-literários, onde sou reconhecida e propositalmente detalhista e extenso.

O passar dos anos não me ajudou a fazer publicações, a não ser uma artesanal: “O asco”, dos tempos da faculdade, título o qual nem eu possuo mais exemplares, e algumas participações em antologias (“Melancholia” e “Relicarius”) da Academia da Incerteza ou nos jornais culturais do “O Coiote”, grupos literários dos quais tive a honra de participar. E, depois disso, foram muitos anos escrevendo, sem ter como ou a quem mostrar meus textos.

Com o advento da tecnologia, as redes sociais se mostraram um bom local para mostrar meus pensamentos: afinal, eu possuía tantos alunos e amigos me seguindo… Mas eu sentia que mesmo poesias e contos sintéticos eram linguagens muito extensas para a dinamicidade da Internet. E vinha a angústia: como fazer alguém que escreve uma literatura tradicional ser lido pela modernidade?

Lembrei-me das máximas machadianas. E resolvi criar minhas frases. Algo que começou não tão sintético, às vezes. Lapidava o processo de síntese aos poucos. Ainda assim, em outubro de 2011 comecei a publicar as máximas em meu Facebook. Para meu espanto, muitas “curtições” de amigos, alunos e ex-alunos apareceram. Comentários. E com o passar dos anos, manifestações de apelo e incentivo à publicação.

E aqui estou. Começando pelo fim, como o fez antes Brás. Só que trazendo à luz primeiro o que vem sendo escrito por último. Sintomático? Talvez. E o que ficou para trás pode reaparecer, vai depender da resposta a estas “memórias”, digo, “máximas”.

Roderic Szasz


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[Apenã #013] A Arte Da Prolixidade – Ícaro Uther

Conversar com o Ícaro Uther foi ver a potencialidade da arte, especialmente a literatura, nos salvar de nossos demônios.

Filmmaker, designer, fotógrafo, escritor e aspirante a cineasta. Ícaro é natural de Parnaíba-PI e publicou seu primeiro livro, intitulado “O que vem depois da Saudade”, em 2015.

Ele conta sobre a cena cultural da capital piauiense, sobre ser um jovem escritor, sobre o contato com seus leitores, sobre a saudosa Parnaíba, enfim, sobre a vida em todas as suas fases, facetas e lugares.

E, para completar essa entrevista incrível (tã-tã-tã-ram!), ele está doando dois exemplares do seu livro, “O que vem depois da saudade” para sorteio!!
Basta nos curtir e comentar no nosso post do facebook ou twitter marcando três amigos!

Links relacionados:
Blog, A Arte da Prolixidade


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[#016] “A Literatura Devolveu Meu Nome”

Um pouco da história e de como o “se fazer poeta” devolveu o nome desse premiado escritor paraense, Airton Souza.

Esse mês a Campanha #LeiaNovosBR me incentivou a montar entrevistas especiais com pessoas ligadas ao mundo da literatura e que admiro muito. Começamos nossa participação na campanha com o sorteio do livro do nosso primeiro escritor entrevistado e estamos continuando com mais entrevistas e sorteios de livros.

Na conversa com o premiado escritor paraense Airton Souza trilhamos desde a sua infância difícil, passando pelos seus primeiros contatos com a literatura e chegando no momento em que ela, a literatura, devolveu seu nome. Nascido e criado em Marabá, no Sudeste do Pará, cidade onde ele mora até hoje, ele tem uma forte ligação com a região.

Mesmo com as dificuldades do caminho, ele se fez escritor. Só esse ano, ou melhor, entre o início do ano e o momento da entrevista, ele ganhou 10 prêmios! Com mais de 40 livros escritos, ele já tem 27 livros lançados e poemas traduzidos para espanhol, inglês e alemão.

Mas não o bastou o reconhecimento isolado, ele promove uma cultura viva por onde passa. Ele é um ativista cultural. Além de fazer parte da academia de letras do sul e sudeste paraense e de ter um trabalho forte com escolas da rede pública, ele também é ativo em projetos como o Tocaiunas e o Sarau da Lua Cheia, que envolve toda a comunidade .

Para abrilhantar ainda mais a passagem do Airton pelo Apenã, vamos também fazer um sorteio de dois livros de sua autoria, “A aranha Mariana e uma estória de amor” (livro Infantil) e o livro de poemas “Cortejo & outras begônias” (vencedor do Prêmio UFES de 2015).

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Para participar do sorteio do dia 17/09/2017:
– Por facebook: Curtir a página e marcar 3 amigos no post relacionado à entrevista
www.facebook.com/ApenanPod/
– Por twitter: Seguir a página, dar um RT e marcar 3 amigos em um comentário no tweet:
twitter.com/ApenanPod/status/905666434226782208


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