[Papo Apenã #004] Cenário Indígena e Camponês na Amazonia

Hoje eu estou muito feliz em trazer um amigo que conheço da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Unifesspa. Engenheiro Agrônomo, mestre em ciências sociais pela UFRJ, com a tese “Assentamento Palmares II: perspectivas para a reforma agrária na Amazônia em meio ao avanço dos agro-minero-negócios”, hoje em dia trabalha na Associação Floresta Protegida, em Tucumã, no Sul do Pará.

Os temas que abordamos nessa conversa são cruciais nesse momento, já que tanto camponeses e indígenas estão extremamente ameaçados pelo atual governo.

Links mencionados:
Associação Floresta Protegida: florestaprotegida.org.br/
Edgar Kanayko: www.instagram.com/edgarkanayko/

Eps relacionados:
– [Apenã #023] Questões Sociais Na Amazônia — Evandro Medeiros
– [Papo Apenã #003] Direito e Conflitos Agrários — Tiago Ferreira
– [Apenã #027] Impactos da Mineração — Xikrin do Katete


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Ceará pode virar novo laboratório para intervenção militar

Fortaleza, 3 de janeiro de 2019
por Haroldo Barbosa

Coluna de viaduto na BR 020, após explosão de bomba no local.
Viaduto segue interditado.

Circulam na cidade de Fortaleza e em grupos do WhatsApp, três salves (informes) assinados pelo “crime organizado” e datados de 23 e 28/12/18, e de 03/01/19.

Nos dois primeiros, o chamado “crime organizado” pede para uma trégua temporária na disputa entre facções e a união para enfrentar o problema da repressão que deve se aprofundar no sistema prisional, citando especificamente o governador Camilo Santana (PT) como responsável por “trazer problemas”.

Há ameaças de parar o estado explodindo viadutos, pontes, trilhos de trem e metrô, caso sejam atacados. Acirramento.

Durante sua posse, dia 2, o titular da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado (SAP), Luís Mauro Albuquerque, fez questão de afirmar que “Eu não reconheço facção. O Estado não deve reconhecer facção. A lei não reconhece facção”. Acrescentando ainda que “Quem manda é o Estado”. Em seguida sinalizou que mudará o modo como o Governo do Estado lida com a divisão de detentos nas unidades prisionais do Ceará, colocando doravante detentos de diferentes facções no mesmo presídio. Com isso, o secretário acendeu o barril de pólvora.

Durante a noite do dia 2 e o dia 3, que ainda não terminou, Fortaleza e a Região Metropolitana estão vivendo horas de terror. Bomba em viaduto; ônibus, casas, veículos públicos, fotossensores e van incendiados; agência bancária metralhada; princípio de rebelião em presídio e população em pânico.

Por volta do meio dia, a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), sem dúvida seguindo diretriz do Sindicato das Empresas de Ônibus (Sindiônibus), anunciou que a frota de coletivos de Fortaleza e RMF seria reduzida, o que é um eufemismo para dizer que os ônibus vão praticamente parar de circular.

Procurado pela imprensa na manhã do dia 3, o secretário que fez bravata dizendo que não reconhece facção, preferiu calar e aguardar.

Ainda nesta manhã, general Theophilo, que disputou o Governo do Ceará com Camilo Santana e tinha como plataforma principal a Segurança Pública, ofereceu ao governador ajuda através de intervenção federal. O general foi recém empossado por Bolsonaro na Secretaria Nacional da Segurança Pública, tendo saído antes do PSDB, partido pelo qual foi candidato.

À tarde, Camilo Santana pediu ajuda ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Camilo pleiteou o auxílio da Força Nacional de Segurança, do Exército e da Força de Intervenção Integrada (FIPI), da qual o secretário Luís Mauro foi coordenador, agindo inclusive durante motins em presídios cearenses em 2016.

De imediato, o general Theophilo “informou que o Governo Federal já esperava ações de facções criminosas em represália à posse de Jair Bolsonaro (PSL)”. Isso parece um tremendo oportunismo político. Em nenhum dos salves que vi se faz qualquer menção a Bolsonaro ou a seu governo.

No terceiro salve, com data do dia 3, os criminosos pedem a demissão do titular da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado (SAP), Luís Mauro Albuquerque e ameaçam parar o estado atacando também bancos, delegacias e Correios se isto não ocorrer.

O general também declarou que “Não vamos negociar com criminosos, vamos partir para o confronto”. Quem ganha com isso? Embora tenha sido duramente criticada pelo general durante a campanha eleitoral para governador do Ceará, a política de Segurança Pública de Camilo Santana é muito similar ao que prega Bolsonaro. E tem sido um completo fiasco, deixando o estado afogado em sangue (só em 2018 foram mais de 4500 assassinatos). O governo fracassou também no enfrentamento às facções, inclusive quanto estas foram abertamente para o confronto nas ruas.

Enquanto escrevo este artigo, no final da tarde, recebo relatos de vários pessoas que não estão conseguindo pegar ônibus para voltar para casa e nem sabem como vão trabalhar amanhã. Em vários bairros de Fortaleza e da RMF, os ônibus pararam de circular às 14h. Agora há pouco recebi informação de um sequestro contra funcionários de uma escola municipal no bairro Canindezinho, em Fortaleza.

Já existem pessoas feridas em decorrência das ações criminosas e o clima de temor é geral. Por enquanto a polícia prendeu 12 pessoas, supostamente envolvidas nas ações, o que é quase nada, considerando o número de faccionários existentes hoje no estado.

Enquanto o governador, o secretário, o general e o ministro fazem política e ameaçam transformar o Ceará em um novo laboratório para intervenção militar, como ocorreu no Rio de Janeiro,  e os criminosos continuam tocando o terror, a única certeza que temos é que mais uma vez quem mais vai sofrer é a população pobre, que depende do transporte urbano para se locomover, que é vítima da violência (inclusive policial) na periferia e em nome da qual todos falam, mas poucos se importam de fato com o que acontece a estas pessoas.

[#Apenã] Especial Início de Ano 2019

Mais um início de ano que o Apenã observa.
Perguntamos sobre momentos felizes para diversos convidados.
Qual foi o seu?

Há não muito tempo, eu costumava todo início de ano desejar às pessoas a minha volta (e a mim também) um ano vindouro com muito aprendizado, quase uma absorção “semi-inerte” do que está a nossa volta. Não seria exatamente inerte, porque sempre vamos fazer uma seleção, as vezes quase inconsciente ao receber o que está ao nosso redor.

Mas nas minhas reflexões nesse início de ano percebi que esse não era mais o meu maior desejo, mas estou em um momento de desejar uma reflexão ativa sobre o que está a nossa volta. O que bate muito com a ideia do Apenã e de construirmos ativamente o Amanhã que buscamos.

 

Mas ao contrário da maioria dos episódios que eu normalmente trago, dessa vez eu vou dividir umas coisas meio íntimas, porque esse é um episódio bem íntimo. Bem, eu me sinto bem mais forte ao redor de pessoas queridas e gosto de celebrar isso reunindo amigos, mais ou menos próximos, que com frequência não se conhecem entre si. A rotina não abre espaço para tantas celebrações, mas me propus a organizar algo duas vezes ao ano, uma no verão e uma no inverno. Durante esse período natalino, no dia seguinte à chegada da mamãe e da minha irmã que estão de visita aqui na Alemanha, aconteceu aqui em casa uma dessas reuniões.

Foi algo bem aconchegante e menor do que a reunião no verão. Algo desenvolvido nesse dia (que eu fiquei muito feliz de ter dado certo) foi uma espécie de amigo secreto onde o presente deveria ser feito a mão por nós mesmos, poderíamos trazer ele pronto ou fazermos durante o encontro, e darmos a um dos presentes. Teve desde desodorante artesanal (muito bom, por sinal!), até móbile de origami e porta retrato feito com arame e rolha de vinho. A ideia era questionarmos o mercado louco de compras dessa parte do ano, aprendermos novos ofícios (que por vezes mostram como alguns produtos industrializados tem substitutos bem mais baratos, não tóxicos e fáceis de serem produzidos em casa gerando menos ou nenhum lixo) e apreciarmos o tempo tirado para esses “pequenos” afazeres.

O bom desse ambiente próximo, foi que, além das conversas em grupos menores, pudemos também ter momentos de conversa em conjunto e algumas perguntas rodaram o todo círculo presente, uma delas foi relacionada a um momento feliz do ano de 2018. Logo percebi que seria uma delícia trazer essa pergunta no podcast.

Pensar em momentos bons nos aquece o peito, traz gratidão, mostra o que nos é importante e nos faz até refletirmos sobre o que é felicidade. Eu acho que a ternura é necessária para nos fazermos fortes e essa é uma forma maravilhosa de começarmos um ano tão desafiador como o que está por vir.

Eu convidei algumas pessoas que eu admiro e que são bem diferentes entre si a responder essa pergunta aqui nesse especial de ano novo. Foram pessoas que eu conheço há mais ou menos tempo, com maior e menor intimidade, algumas conheço desde que nasci, algumas conheci através do podcast, algumas eu “admiro de longe” e algumas são amigas próximas.

Estão aqui:

– Aline Hack, Olhares
– Bruno Lacerda, Berlin, Alemanha
– Christian Kurken Kalousdian, piloto de balão
– Cinthia Rodrigues, Quero na Escola
– Cristiano “Barba”, Teologia de Boteco
– Cynthia Rabelo, mamãe
– Deborah Alves, São Paulo
– Domenica Mendes, Perdidos da Estante
– Eva Spiekermann, Alemanha e Inglaterra
– Evandro Medeiros, prof. da Unifesspa
– Felipe Abal, Viracasacas
– Flavia Ward, Rondônia, Scicast
– Flávio Carvalho, Parnaíba-PI
– Giovanna Vale, Marabá-PA
– Grécia Augusta, As Mathildas
– Haroldo Barbosa, jornalista, Fortaleza
– Heloisa Righetto, Conexão Feminista
– Icaro Uther, Geléia Real
– Jean Santos, Belém-PA
– JP Amaral, Bike Anjo/Bicicleta nos planos
– Marco Aurélio, esperantista
– Nilda, Mitografias
– Paula Xibé, PA
– Philip Steffen, Beco da Bike
– Roderic Szasz, prof/escritor Fortaleza
– Rodrigo Sampaio, Pará
– Tereza Prado, psicóloga, Alemanha
– Thiago Queiroz, São Paulo
– Tiago Castro, Tianix podcast
– Victor Freite, Minas Gerais
– Yolanda Rodrigues, Natal-RN

Me foi muito difícil organizar essas falas, até porque nada foi previamente organizado, quando me perguntavam sobre o tempo de duração do áudio ou se era pra enviar uma resposta sobre a faceta profissional, social ou pessoal a minha resposta era sempre: “sinta-se livre!”, ou seja, eu procurei trabalhar com essa bagunça. Mas eu admito que admiro muito essa bagunça, porque creio que nós somos tantos, tão diversos, que a restrição à uma só faceta seria podar, nos machucar — e seres integrais são bem mais bonitos e fortes.

Eu gostaria de começar a nossa conversa trazendo aqui um colaborador do Apenã há mais de um ano, quem produz toda nossa arte e que eu conheço desde os tempos de escola, no litoral do Piauí, o querido Ícaro Uther; em seguida temos a fala do Thiago Queiroz, pai, professor, budista e escritor, umas das primeiras pessoas que conheci devido ao Apenã e inclusive produziu alguns dos nossos textos no Medium; falando em quem tá por aqui desde o início, em seguida temos a fala da Yolanda Rodrigues, nossa primeira entrevistada, que falou com a gente direto de Natal. E para fechar esse bloco trouxemos um parceiro do Apenã, o jornalista cearense que admiro muito, há muito tempo, o Haroldo Barbosa.

Tenho que aproveitar a deixa do Haroldo sobre mídias como podcast e dizer que trouxe pra esse episódio algumas pessoas que conheço do meio de podcasts de resistência, parte deles inclusive estiveram envolvidos no episódio especial “Marielle, PRESENTE!”, um momento que senti a união e força desse movimento de podcasters (que inclusive posso trazer como um momento feliz desse ano). Bem, logo de cara ouvimos o querido Cristiano Barba, do Teologia de Boteco, trazendo um exemplo de algo que me é extremamente caro: as conexões que fazemos e a felicidade relacionada a elas, o bem-querer que tenho em relação a tantas pessoas que conheci via podcast é tão grande que bate uma grande estranheza ao lembrar que boa parte dessas pessoas eu (ainda) não conheço pessoalmente.

Em seguida temos uma reflexão bem interessante da Heloisa Righetto, da Conexão Feminista, que eu também ainda não conheço, apesar de não morarmos tão longe, então já fica o convite para visitar a área do Ruhr!

Depois temos a fala do Tiago de Lima Castro, do podcast Tianix, e da Nilda, do Mitografias, duas pessoas queridíssimas e inteligentíssimas e que só posso agradecer por todo o apoio que eles dão ao Apenã. E a fala do Roderic Szasz, autor das Máximas Roderiquianas, que também são título do ep 17, no qual tive o maior prazer de conversar com ele.

Coladinho temos as respostas de duas outras pessoas queridíssimas e inteligentíssimas, o Felipe Abal, que vocês provavelmente já conhecem do Viracasacas, um trabalho forte de resistência, construindo espaços de comunicação que serão importantíssimos nesse ano que está começando e outra também de grande importância no movimento de resistência, nesse caso tendo o foco em Questões Sociais na Amazônia, inclusive esse é o título do episódio 23, no qual ele participou aqui, o Evandro Medeiros.

E a luta está acontecendo no mundo todo, como mostra a Eva Spiekermann, uma amiga alemã que inclusive também já esteve aqui, no episódio 22, Imigrantes e Direitos Humanos, com uma perspectiva europeia, e sobre esse depoimento, fica o convite para ver a felicidade do sucesso do movimento para a preservação da Floresta de Hambach, em frente a mineração (olha só, a Amazônia e a Europa tem mais em comum do que pensamos) e a produção extremamente poluente de energia do carvão. E o convite também a nos informarmos sobre as condições dos refugiados em Calais, na França.

Só um curto parênteses sobre Hambi, eu li a notícia de que os ativistas foram ouvidos e de que a floresta ia ficar de pé por pelo menos mais um tempo, assim que voltei pra Alemanha, quase me acalmando, mas com uma pontinha de tristeza, pois essa foi primeira notícia que li, ainda no aeroporto, após a volta de um Brasil quase assustador, que se posiciona fortemente contra ativistas. No fim de semana seguinte eu participei lá da Großdemo, Grande Protesto e tenho que falar que realmente foi impressionante a quantidade de pessoas protestando, eu nunca estive em um grande protesto no Brasil, eu não morava em uma das grandes metrópoles brasileiras, então fiquei muito impressionada com os mais de 50.000 ativistas que se moveram até aquele local tão isolado pra protestar contra a mineração de carvão e preservação daquela floresta. Esses também foram exemplos de momentos impactantes desse ano.

Em seguida temos mais um podcast de resistência, com a palavra da Aline Hack, do Olhares, das pessoas maravilhosas que conheci pelo podcast, a primeira que eu tive o prazer de me conectar com um sentimento enorme, ela me hospedou em Brasília, logo no início do Apenã (ainda em 2017) e foram dias maravilhosos, quando tive a certeza de poder falar que fiz uma amiga. E aproveito para continuar com esse pessoal do direito, trouxe o Rodrigo, um querido amigo de Marabá.

Seguindo essa linha, vamos até o fim do bloco com outras pessoas que também dividiram momentos felizes relacionados ao trabalho, continuando com depoimentos vindos do Pará, vamos ouvir a Paula Xibé, mestra em gestão e inovação social e fundadora da Xibé — inovação em alimentos, que desenvolve um trabalho incrível com mulheres camponesas na produção de alimentos pelo interior do Pará e continuamos com o Jean Santos, que trabalha na Education USA e já esteve falando sobre Experiências Globais e Oportunidades de Estudo nos Estados Unidos, no episódio 15, que tem esse título e no qual ele compartilha sua perspectiva paraense como professor em uma universidade Historicamente Negra no Sul dos Estados Unidos.

Em seguida vamos ouvir a resposta da Cinthia Rodrigues, que espero poder convidar muito em breve aqui pro Apenã e conhecer melhor o trabalho dela no Quero na Escola. E ouvimos então dois amigos que conheci aqui na Alemanha, a Tereza Prado, com quem fizemos o episódio 7, “Cuidado com o Neocolonialismo” e o Christian Kurken Kalusian, que tem uma profissão que parece ilustrar sonhos infantis. Fechamos o bloco com a Deborah Alves, que esteve aqui no ep 8, sobre suas experiências que passaram por Harvard, Vale do Silício e a volta pra casa.

Me parece que os momentos felizes relacionados ao trabalho são relacionados aos impactos que esse trabalho representa, seja na sociedade como um todo ou na sua vida pessoal íntima.

Vamos seguir falando sobre trabalho, vendo o impacto que tem sido conquistado em prol da nossa Mobilidade e ouvimos o JP Amaral, um dos fundadores da rede Bike Anjo, coordena o projeto Bicicleta nos Planos e quem eu já tive o grande prazer de entrevistar no episódio 25, sobre o Futuro da Mobilidade. Continuamos no pedal e pelo litoral do Piauí podemos encontrar o Flávio Carvalho, que inclusive mandou um depoimento no Papo Apenã 2, Cicloturismo, onde também tivemos o Philip Steffen, com quem fiz um pedal da Alemanha até a Holanda e quem fala logo em seguida.

Fechamos o bloco então com mais uma pessoa com quem pedalei por Duisburg, o Marco Aurélio. Ele é esperantista, mora em Porto Alegre e colaborou com a gente no desenvolvimento do episódio 26, Esperanto, a língua internacional.

Continuando a “quase que pesquisa” desse ep, ouvindo alguns momentos felizes relacionados a pessoas bem próximas, com a fala da Flávia Ward, do Scicast, da Grécia Augusta, do podcast As Mathildas e do Bruno Lacerda, que nos fala de Berlim e participou do ep 14, “Eu sou do Mundo Todo!”. Três pessoas queridíssimas e que só tenho a agradecer por todo o apoio!

E terminamos ouvindo a Giovanna Vale, uma querida amiga de Marabá, o Victor Freire para mostrar que não tenho problema com engenheiros, tenho até amigos que são, a mamãe, também conhecida como Cynthia Rabelo, que eu tive o prazer de gravar de pertinho, aqui no meu apartamento, e a Domenica Mendes do podcast Perdidos na Estante e do movimento #OPodcastéDelas para fechar com muito carinho.

Algumas falas trouxeram algo muito importante para nossa felicidade: nossas questões internas.

O contato com o nosso interior pode ajudar muito nisso.

Ás vezes podemos facilitar esse contato ao visitarmos um local especial, ao simplesmente nos darmos tempo para atividades como escrita e leitura, ao nos encontrarmos em movimentos do nosso corpo ou na meditação.

Eu gostaria de finalizar esse episódio te perguntando como você acha que você pode facilitar esse encontro? Precisamos lembrar de cuidar de nós mesmos.

Um grande abraço e um maravilhoso 2019!


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