Categories
Mejkangati Podcast Apenã

[Apenã #039] Cineastas Indígenas

Um episódio especialmente desenvolvido para os colaboradores do projeto Mejkangati.

Não poderíamos ficar calados em frente ao assassinato do Paulo Paulino Guajajara, um Guardião da Floresta. Por isso trouxemos o Carlos Travassos, que deixou uma mensagem sobre o grupo de Guardiões da Floresta da terra indígena Araribóia, formado por indígenas Teneterarra Guajajara.

Contamos com as falas dos Cineastas Indígenas:

– Kokoyamaratxi Renan Suyá
– Arai Guarani
– Olinda Yawar
– Edgar Kanaykõ
– Kujasage Kaiabi
– Bepunu Kayapó

De diversas partes do Brasil, com diferentes vivências, indígenas tem usado o audiovisual — vem conhecer mais sobre!!


Nos fale o que você achou deixando um comentário!
Nos encontre também nas redes sociais pelo 
FacebookTwitter ou Instagram
Você pode colaborar com a gente via 
PadrimPatreon ou PicPay
O nosso Podcast você encontra em vários apps, 
SoundCloudDeezer e Spotify, etc!
E o feed para você acompanhar todas as entrevistas é 
esse!

[podlove-episode-player audio_0_url=”http://feedproxy.google.com/~r/Apenanpod/~5/5798qWMTjlI/714051106-apenan-apena-039-cineastas-indigenas.mp3″ audio_0_mimeType=”audio/mp3″ title=”test”]

Categories
Mejkangati Podcast Apenã

[Apenã Especial] Mejkangati — Mel Indígena

Um episódio com falas:
– Bepunu Kayapó (Associação Floresta Protegida)
– Sávio (especialista em meliponicultura do IFPA Campus Rural de Marabá)
– Gabriel Costa (biólogo, mestrando do museu Emílio Goeldi)
– Daniel José Assis Rego (naturólogo e meliponicultor)
– Nathália Urban (jornalista)
– Trecho do podcast Copiô, Parente

Nós temos visto grandes impactos atingindo nossas florestas e as comunidades tradicionais intimamente ligadas a ela. Mas esses impactos não se limitam geograficamente, mas atingem toda comunidade global, sendo assim uma preocupação de todos que se importam em manter um ambiente de vida saudável no planeta. Por isso muita gente tem se questionado:

Como podemos contribuir com a amazônia e apoiar as suas comunidades tradicionais?
Vamos apoiar projetos desenvolvidos na região, fortalecer a comunidade local, para que ela possa continuar a proteger a floresta!!

A comunidade Kayapó, ou Mẽbêngôkre, como eles mesmos se chamam, é um povo guerreiro e que luta ativamente pela garantia de seus direitos e territórios tradicionais. Hoje eles tem a sua Terra e são responsáveis pela conservação de uma grande área de florestas e cerrados, que contribuem diretamente para a conservação da biodiversidade, assim como para a manutenção do regime de chuvas e do clima em todo o planeta.

Nessa luta pela proteção da biodiversidade e diminuição dos impactos do aquecimento global, as abelhas, nossas queridas polinizadoras, são nossas parceiras e fazem um papel fundamental no manejo de nossas florestas. Elas são indispensáveis na polinização de plantas frutíferas muito importantes na alimentação diária do povo Mẽbêngôkre.

Os Mẽbêngôkre querem por isso desenvolver projetos relacionados com a criação de abelhas em sua região. Na Amazônia encontramos as abelhas sem ferrão, Mejkangati para os Mẽbêngôkre, nativas do nosso país e que produzem um valioso mel de altíssima qualidade, mas infelizmente vem sofrendo com a perda de seu habitat e com o grande uso de agrotóxicos na região. Precisamos mudar isso e assegurar um desenvolvimento econômico que aconteça intimamente ligado com a sustentabilidade ambiental e a responsabilidade social.

Assim, os Mẽbêngôkre, guardiões da floresta, vão produzir mais um impacto positivo a nível ambiental e também social, na sua comunidade. Em parceria também com o Instituto Federal do Pará (IFPA) de Marabá, que conta com especialistas em meliponicultura com vasta experiência de trabalho com comunidades rurais da região. O instituto irá oferecer o apoio necessário para que os Mẽbêngôkre criem as Mejkangati com as melhores condições possíveis, de forma integrada à floresta; e sendo também benéfico para a aldeia como um todo, fazendo com que essa experiência seja um exemplo para parentes do Brasil inteiro.

Foto: Ass. Floresta Protegida

Para conseguirmos realizar esse projeto, precisamos financiar uma oficina sobre Criação de Abelhas sem Ferrão no IFPA de Marabá e a viagem/estadia dos indígenas para participarem dela, bem como idas dos especialistas até a aldeia e a aquisição de materiais para a criação das abelhas (como as caixas necessárias, roupas adequadas para o trabalho com as abelhas, etc.). Por isso pedimos sua colaboração nessa campanha de financiamento coletivo.

Mais info no site: www.catarse.me/melindigena


Nos fale o que você achou desse texto deixando um comentário!
Nos encontre também nas redes sociais pelo 
Facebook ou Twitter
Você pode colaborar com a gente via 
PadrimPatreon ou PicPay
O nosso Podcast você encontra em vários apps, 
SoundCloudDeezer e Spotify, etc!
E o feed para você acompanhar todas as entrevistas é 
esse!

Categories
Mejkangati

[Mejkangati] Oficina de Meliponicultura

O projeto Mejkangati, já começou com todo o gás!

Semana passada foi desenvolvida a oficina de meliponicultura no IFPA Campus Rural de Marabá, com supervisão do Sávio Coelho!

O Bepunu, o Pajakã e o Kēngàti Kayapó chegaram em Marabá já na segunda e o curso aconteceu na terça e na quarta, confere:

A oficina contemplou a parte teórica, inclusive com apostila sobre meliponicultura para eles terem de apoio depois de voltarem para a aldeia, mas focou ainda mais na parte prática, como vocês podem ver nas fotos.

Eles trabalharam com colmeias de várias abelhas presentes na região Amazônica e que eles já conhecem muito bem, como a Uruçu Boca de Renda (abaixo esquerda) e a Mandaguari (abaixo direita):

Eles visitaram também o apiário do instituto:

Obrigada, IFPA Rural de Marabá!
Obrigada Sávio!

Pra não dizer que foi tudo perfeito, no caminho de volta o Bepunu, Pajakã e Kengàti ficaram presos na estrada…

Os garimpeiros reclamam pois o Bolsonaro ainda não consegue ser totalmente anticonstitucional, então eles fecharam a estrada, fazendo com que a viagem de volta fosse dificultada. Foi necessária uma pernoite extra em Tucumã (onde eles chegaram cerca de 1h da manhã) e a volta para a aldeia só pode ser feita no dia seguinte.


Nos fale o que você achou deixando um comentário!
Nos encontre também nas redes sociais pelo 
FacebookTwitter ou Instagram
Você pode colaborar com a gente via 
PadrimPatreon ou PicPay
O nosso Podcast você encontra em vários apps, 
SoundCloudDeezer e Spotify, etc!
E o feed para você acompanhar todas as entrevistas é 
esse!